Até segunda-feira, o Pronto-Socorro (PS) do Hospital Universitário (HU) de Londrina deverá ser totalmente desocupado para permitir a reforma do setor. Os pacientes já começaram a ser transferidos para uma ala provisória, onde funciona o ambulatório do hospital. Com a mudança, o número de vagas de PS passará de 38 para 26, uma redução de 30%.
Segundo o diretor-superintendente do HU, Francisco Eugênio de Souza, pacientes e profissionais de saúde terão que conviver com o barulho e a poeira gerados pelas obras, o cheiro de tinta e a movimentação por pelo menos um ano, prazo estimado para a conclusão dos trabalhos.
Atrasos, contudo, não estão descartados. A própria reforma na área interna do PS deveria ter sido iniciada há 90 dias. ''Por ser um hospital antigo, muitas surpresas têm ocorrido, como tubulações em locais imprevistos. Esperamos liberar tudo em no máximo um ano, mas pode ser que no decorrer desse período alguma área nova já possa ser liberada'', afirmou.
Orçada em R$ 3,2 milhões, a obra inclui a revitalização e a ampliação do PS. O ambulatório que está recebendo provisoriamente os pacientes também foi reformado. Até ontem, já haviam sido transferidos para lá os prontos-socorros pediátrico e obstétrico. Os demais - médico, ortopédico e cirúrgico - devem ser alocados na nova ala até segunda-feira.
O superintendente reforçou que os pacientes não devem procurar diretamente o HU, a exemplo do que já vem ocorrendo desde julho. ''Continuaremos ligados ao sistema de urgência e emergência, mas recebendo pacientes somente através do Samu, Siate e Central de Leitos'', destacou.

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