Os secretários de Estado da Saúde, Armando Raggio, e de Obras Públicas, Augusto Canto Neto, entregaram ontem de manhã a reforma e ampliação do Hospital Zona Sul, de Londrina. Iniciada no final de outubro de 1999, a obra terminou no mês passado e custou R$ 220 mil.
Segundo a diretora geral do estabelecimento, Akiko Nagao, o prédio ganhou mais 400 metros quadrados distribuídos pela farmácia, almoxarifado, departamento pessoal e sala de reuniões. A reforma foi feita na entrada do pronto-socorro (PS) e na cozinha, que ao mudar de lugar possibilitou o acréscimo de oito leitos para a pediatria. ‘‘Tudo isso faz parte de um projeto que inclui também a mudança do PS e ampliação de 41 para 60 leitos na enfermaria’’, comentou Akiko. No total, são 27 novos leitos.
Apesar da inauguração, os novos leitos da pediatria só estarão disponíveis no final do mês. Conforme a diretora, o local precisa de móveis, equipamentos, oito auxiliares de enfermagem e uma enfermeira. ‘‘Esperamos apenas a liberação de verba’’, acrescentou.
Com relação ao Hospital Londrina, que há cerca de dois anos fechou suas portas em Cambé, Raggio disse que o governo não tem interesse em reativá-lo. De acordo com o secretário, os proprietários do prédio nunca fizeram qualquer proposta de venda e, além disso, o Estado já mantém parceria na cidade com a Santa Casa. Sobre a liberação de dinheiro para a ampliação do Hospital Universitário (HU), Raggio não fez previsões. ‘‘Este assunto está sendo tratado entre a Secretaria de Estado da Administração e a reitoria da universidade, que será a responsável pela obra’’.
Neto aproveitou a ocasião para dizer que iria a Apucarana dar início ao hemocentro da cidade e que no próximo dia 14 serão abertas as propostas para a licitação da reforma no Colégio Estadual Hugo Simas, no centro de Londrina. O secretário disse que o prédio passará por uma mudança geral, semelhante a que foi feita no Colégio Champagnat. A expectativa do governo é que o trabalho comece em novembro e dure cerca de 60 dias.

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