Hospital explica a morte de prematuro
Giovani Ferreira
De Curitiba
O Hospital e Maternidade Angelina Caron, em Campina Grande do Sul, Região Metropolitana de Curitiba, informou ontem que não houve nenhum procedimento irregular durante o parto de Lucinéia Aparecida Madeira, 14 anos, realizado no último domingo. O pedreiro Alexsandro Lima, 18 anos, marido de Lucinéia, acusou o hospital de ter sido responsável pela morte de seu filho, que nasceu prematuro e faleceu 48 horas após o parto.
Ao contrário do que declarou Alexsandro, a assessoria do hospital esclareceu que Lucinéia foi atendida na sala de parto, com a assistência de um pediadra. Alexsandro acusou o hospital de ter atendido sua esposa no chão de um corredor, apenas por uma enfermeira. Com relação a encontrarem a criança nua no necrotério, o hospital informou que o bebê estava coberto, e que a responsabilidade de vestí-lo era da família.
Sobre as condições da morte da criança, a assessoria explicou que ela nasceu com idade gestacional de apenas 27 semanas e com o peso de 1,5 Kg. Como estava mal de saúde e com diagnóstico de prematuridade, o bebê foi encaminhado para a UTI pediátrica. Ao apresentar insuficiência respiratória, a criança foi colocada sob ventilação mecânica. No entanto, segundo o hospital, por ser muito prematuro, o bebê apresentou piora clínica e entrou em óbito às 21 horas do domingo.





