Hospital da Unimed estará definido até 15 de março
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quarta-feira, 20 de janeiro de 1999
Carina Paccola 
Até o dia 15 de março, devem estar concluídos os estudos de regulamentação e de construção do hospital que a cooperativa médica Unimed/Londrina irá construir a partir deste ano na cidade. Na semana passada foram eleitas as duas comissões responsáveis pelos estudos que serão submetidos à apreciação da assembléia dos médicos cooperados. Hoje, a Unimed tem 917 profissionais cooperados e 140 mil usuários na região (de Arapongas a Assaí).
Segundo o vice-presidente da Unimed, Issao Udihara, a comissão de construção tem a responsabilidade de definir o porte do hospital, o nível de complexidade dos atendimentos, as formas de financiamento e o local. A outra comissão vai elaborar o regimento interno do hospital. Para isso, foram eleitos dois médicos da área de clínica médica, dois de clínica cirúrgica, um da área de pediatria, um de ginecologia e obstetrícia, um de serviços de diagnóstico e um de anestesiologia.
Udihara afirma que o objetivo maior da entidade é beneficiar o usuário de saúde frente à realidade da nova lei de regulamentação dos planos de saúde. Queremos construir um hospital modelo, com a mais alta tecnologia, de alta complexidade e com o preço mais baixo possível para o usuário, diz. Segundo ele, a idéia inicial é que o hospital tenha 150 leitos e não seja de uso exclusivo dos clientes Unimed.
Com o hospital, a Unimed/Londrina vai poder atender a uma exigência da nova lei imposta pela Susep (Superintendência de Seguros Privados), que é a de que as empresas seguradoras tenham um lastro financeiro para continuar no mercado. Como a Unimed é uma cooperativa, existe uma dificuldade de lastro.


