O diretor clínico do Hospital Universitário do Cajuru, em Curitiba, Gérson Laux, informou que a falta de vaga no pronto-socorro impediu o atendimento à menina Érika Bianca Silvestre Maia. ‘‘Não houve omissão’’, disse. ‘‘Como a nossa Unidade de Terapia Intensiva (UTI) também estava lotada, a criança foi encaminhada ao Hospital Evangélico’’, completou.
Segundo Laux, o médico que fez a triagem do caso constatou que o quadro clínico era de ‘‘urgência’’. Nesse estado, o paciente pode morrer se não for atendido em algumas horas. ‘‘É diferente da ‘emergência’, quando a pessoa precisa de atendimento imediato para não ir a óbito’’, disse.
Érika Bianca entrou em coma logo após chegar ao Hospital Evangélico, que tinha vaga na UTI. A menina morreu por volta das 17hs de anteontem. Laux aproveitou o episódio para pedir novos hospitais públicos e mais equipamentos para os centros médicos já existentes. ‘‘Nós damos maior atenção aos pacientes pobres’’, justificou.(D.J.)

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