Poesia escrita e declamada pelo poeta nativista Nabuco Portes, em homenagem aos 50 anos da Folha.
‘‘Cinquenta anos de história/norteados pela isenção/se abrindo à livre opinião/ou resgatando memória/ao longo da trajetória/deste Paraná batismo/de justiça e de civismo/e a luz da pira votiva/fez da Folha a Deusa viva, no tempo do jornalismo. Te abro como a janela/do rancho para o quintal/meu costume matinal/é bombear o mundo por ela. Séria, franca, sem balela/a linguagem que apresenta/não distorce, nem inventa/não é gaga, nem caolha/a linha expressa da Folha/o que escreve sustenta. É por isso e muito mais/que eu a respeito e bendigo/sou teu leitor e amigo/guardião de teus memoriais. Recorrendo os teus anais/percebo com alegria/o Vieira, o Milanez por primazia/te fez tribuna e trincheira/pra que fosse a vida inteira/seu jornal de todo dia’’.

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