Homem morre em acidente na PR-445
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 17 de agosto de 2006
Adriana Ito e Fernando Rocha Faro<br>Reportagem Local 
Um homem morreu e outro ficou gravemente ferido em um acidente que congestionou o trânsito da PR-445, no trecho entre o Shopping Catuaí e a Universidade Estadual de Londrina (UEL) Zona Sul. Por volta das 11h30, uma Saveiro, placas de Telêmaco Borba, colidiu com uma F-1000, placas de Curitiba. Alexandre Furlan, 28 anos, condutor da Saveiro, chegou a ser encaminhado para o Hospital Evangélico, mas não resistiu aos ferimentos.
Segundo o soldado Adonai Artur Ferreira, do Corpo de Bombeiros, antes da chegada do Siate um médico já havia prestado um primeiro atendimento às vítimas. ''Esse médico nos auxiliou até a chegada do profissional da corporação'', contou. Apesar dos primeiros socorros imediatos e da rápida chegada dos socorristas (menos de cinco minutos após a comunicação), Furlan faleceu no hospital.
Everton Alexandre Servo Soares, 20 anos, também estava na Saveiro, e foi encaminhado ao Hospital Universitário com politraumatismo. De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, o estado de saúde é grave, mas ele estava consciente. Com a colisão, o veículo se partiu ao meio e ficou totalmente estraçalhado. Soares e Furlan foram lançados para fora do veículo com o impacto. O motorista da F-1000, Mansur Amede, 50 anos, e o passageiro Cícero Cândido, 46, não se machucaram.
Cavalo Um homem ficou ferido ao atropelar e matar um cavalo que atravessou a pista da Avenida Brasília (BR-369), na altura da Vila Yara (Zona Leste). O auxiliar de produção Alex Aparecido Freitas Olímpio, 23, seguia em sua moto no sentido Londrina-Ibiporã no início da noite de anteontem quando atingiu o animal.
Segundo os bombeiros, a vítima apresentava problemas respiratórios, lesão no crânio, laceração na face e fratura no tórax. Olímpio foi atendido pelo Siate e encaminhado ao HE. Irmã da vítima, Andréia Freitas Olímpio disse ontem que o rapaz se recuperava bem. ''Ele me disse que viu o cavalo, tentou desviar e caiu e que depois disso não lembra mais de nada'', contou.
O subcomandante do 3º grupamento dos bombeiros, major Dario Natan Bezerra, disse que o motoqueiro deveria estar em ''velocidade elevada - não em excesso - até porque o cavalo morreu em efeito imediato da colisão.''
A responsabilidade de recolher animais soltos na Zona Urbana é de uma empresa contratada pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema). Do início de dezembro até ontem, 140 bois e cavalos haviam sido recolhidos. Para reaver o animal, o proprietário deve pagar multa de R$ 20,00. O valor sobe para R$ 50,00 em caso de reincidência. Se houver uma terceira apreensão, o cavalo é encaminhado para doação.


