Curitiba O Corpo de Bombeiros aguarda o laudo do Instituto Médico Legal (IML) para saber a causa da morte de Ricardo Augusto Esteves, de 46 anos. No último domingo, Esteves e mais quatro amigos quase se afogaram quanto tentavam alcançar a nado a ilha da Barra, próximo a Guaratuba, entre o litoral paranaense e catarinense. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu na praia.
De acordo com o tenente Eduardo Gomes Pinheiro, do Corpo de Bombeiros de Matinhos, o grupo era de São José dos Pinhais (Região Metropolitana de Curitiba). O local possui sinalização de alerta para que os banhistas não tentem a travessia entre a praia e a ilha a nado. ''Mas é comum isso acontecer e fica difícil evitar, principalmente porque esse ponto é distante dos postos de guarda-vidas'', explicou Pinheiro.
Por volta das 18 horas, quando os cinco banhistas tentavam atravessar nadando os 100 metros que dividem a ilha e a praia, um deles percebeu que o mar estava muito agitado. Ele alertou os guarda-vidas, que conseguiram socorrer os cinco. ''O rapaz que morreu (Esteves) estava conversando com o guarda-vidas durante o salvamento. Ele começou a agir de forma estranha e ficou todo roxo. Mais tarde, na areia, ele morreu'', disse Pinheiro.
Baleado Algacir Júnior, 13 anos, morreu na madrugada de ontem. Ele estava internado no Hospital do Trabalhador desde 6 de novembro, quando foi atingido na cabeça por uma bala, no Conjunto Itatiaia, Cidade Industrial de Curitiba. O autor do disparo, José Luiz dos Santos, está detido. O inquérito já foi concluído e encaminhado à Justiça. Segundo o delegado Antônio Rocha, que presidiu o inquérito, Santos havia ido a um bar atrás de sua ex-namorada, que estava em companhia de outro homem. Durante uma discussão, Santos disparou e atingiu o Júnior.

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