No primeiro dia de julgamento, Celina Cordeiro Abagge disse que o conhecia o pai-de-santo Osvaldo Marcineiro, mas que nunca frequentou seu terreiro de umbanda. Por duas vezes, ela interrompeu o depoimento por estar chorando compulsivamente. Ela afirmou que na hora do assassinato de Evandro (às 21 horas de 7 de abril de 1992) estava na festa de aniversário de Nelson Cordeiro, em Guaratuba, onde ficou das 20h às 24h. Nervosa com o relato das torturas que diz ter sofrido para confessar o crime, ela teve que ser retirada do tribunal.
Segundo dia

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