Histórico do julgamento
No primeiro dia de julgamento, segunda-feira, Celina Cordeiro Abagge contou, durante seis horas, o que tinha feito na véspera e nos dias seguintes ao assassinato de Evandro, dia 7 de abril de 1992. Por duas vezes, ela interrompeu o depoimento por estar chorando compulsivamente. Ela disse que o conhecia o pai-de-santo Osvaldo Marcineiro, mas que nunca frequentou seu terreiro de umbanda. Celina afirmou que na hora do assassinato de Evandro (às 21 horas de 7 de abril de 1992) estava na festa de aniversário de Nelson Cordeiro, em Guaratuba, onde ficou das 20h às 24h. Nervosa com o relato das torturas que diz ter sofrido para confessar o crime, ela teve que ser retirada do tribunal, às 19h20, voltando às 20h. Por volta das 22h, os advogados da defesa pediram outra interrupção, mas Celina pediu que o depoimento continuasse. Os trabalhos foram encerrados às 1:30 de terça-feira.
Segundo dia





