Hábito de escutar vitrola quando está em casa
Se tem algo que o advogado João Felipe Barros de Albuquerque, de Londrina, não troca por dinheiro nenhum é a coleção de vinis. Aos 31 anos, ele mantém o hábito de apenas escutar vitrola quando está em casa. ''Eu via meu pai limpando os discos e manuseando-os cuidadosamente, com carinho. Eu achava muito legal e passei a escutar com ele. Acho que isso me influenciou'', diz.
Hoje, os discos de vinil voltaram às prateleiras das lojas e estão novamente ''na moda''. Mas entre os jovens londrinenses, ainda são poucos aqueles que dispensam os ''players'' para dar ouvidos à boa e velha vitrola. ''Quando vou correr escuto mp3, mas só por uma questão de mobilidade. O som do disco de vinil tem uma qualidade inigualável. É mais envolvente, além da parte gráfica dos álbuns que são incríveis'', justifica o advogado, que para garimpar alguns exemplares, visita sebos e páginas virtuais. ''Fico de olho nas promoções, mas tento comprar um a cada mês'', diz. Ao todo, a coleção dele e a do pai chega a mais de 400 discos.
Para alguns amigos de João Felipe, o fato acaba sendo curioso entre aqueles que não entendem a opção em ouvir vinil, já outros, acabam gostando da ideia porque na hora de presentear o amigo ficou bem mais fácil de acertar na escolha. (M.O.)





