Londrina tem cinco cemitérios municipais e dois particulares, o Parque das Oliveiras e o Islâmico, ambos na zona leste. Dos cemitérios municipais, dois estão praticamente lotados: o São Pedro (centro) e o João XXIII (jardim Higienópolis).
Os outros três cemitérios, São Paulo (bairro Aeroporto), Padre Anchieta (jardim Ideal) e Jardim da Saudade (zona norte) terão capacidade para atender à demanda no prazo de dois a três anos, no máximo.
As informações são da Acesf (Administração de Cemitérios e Serviços Funerários de Londrina), que registra média de 320 mortes por mês.
O superintendente da Acesf, Gustavo Santos, entende que, se não houver um planejamento, em pouco tempo a Cidade terá um grave problema a resolver. ‘‘Imagine as consequências de uma construção feita às pressas’’, afirma Santos. ‘‘Estamos nos preocupando hoje para evitar problemas futuros.’’
Gustavo Santos informa que o projeto para construção de um cemitério-parque na zona sul está parado. A licitação para execução da obra, que seria feita pela iniciativa privada, foi anulada. O processo iniciado no ano passado foi contestado por uma empresa, que apontou problemas no edital de licitação.
‘‘Estamos vendo a possibilidade de conseguir o terreno do governo do Estado próximo ao Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) para essa finalidade’’, afirmou Santos.
(Luka Morais)

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