Guarda Municipal negocia renovação de aluguel de base operacional
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019
Rafael Machado<br>Grupo Folha 
A Secretaria de Defesa Social pretende manter por mais um ano a base operacional da Guarda Municipal na avenida Jorge Casoni, centro de Londrina, perto da Leste Oeste. O contrato vence no dia 28 de fevereiro com o proprietário do imóvel, que será consultado da proposta de renovação. Hoje, a prefeitura paga aluguel mensal de R$ 7,8 mil. O secretário responsável pela pasta, Evaristo Kuceki, sugeriu que seja incluído no novo acordo uma cláusula que permita rescisão antecipada até a conclusão de um processo licitatório.

"Há várias vantagens em continuar neste imóvel, como a proximidade com a área central, acessibilidade dos funcionários, que podem estacionar os próprios carros, terreno de 1.125 metros quadrados cercado por muro alto, pátio amplo para manobra das viaturas, refeitório, guarita blindada, sala de reuniões e local específico para aprimoramento físico e domínio de defesa pessoal. É um prédio que foi reformado para abrigar uma empresa de segurança. Por isso, ali já existia um cofre para guardar armas de fogo. Não é um espaço adequado apenas para abrigar uma secretaria, mas para atender as necessidades de um órgão especializado em segurança pública", disse o secretário.
A GM está na esquina da Jorge Casoni com a rua São Jerônimo há quase cinco anos. Se a negociação fracassar, Kuceki garante ter outra alternativa. "Nesse momento, não há nenhum posto do município que poderia comportar as funções dos guardas. Chegamos a entrar em contato com responsáveis de um local que pertence a um grupo educacional londrinense e funciona perto da avenida Maringá. Lá, se as tratativas avançarem, poderia ser tanto a sede operacional quanto administrativa. Porém, a discussão desse 'plano B' ainda está bem embrionária. O dono está estudando outras sugestões contratuais que foram apresentadas, até porque a prefeitura não é a única interessada", explicou.
Os setores que compõem a Guarda Municipal estão espalhadas em quatro pontos de Londrina: a Central de Monitoramento na sede da Caapsml, abaixo da prefeitura, na Duque de Caxias, a Defesa Civil, o Centro de Ensino e a base de operação. "Se fosse possível reunir tudo em um só lugar, seria bem melhor. É claro que dificulta um pouco o trabalho rotineiro dos agentes, mas conseguimos driblar essa dificuldade", concluiu Evaristo Kuceki.


