Grupo técnico não descarta abate de pombos
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terça-feira, 12 de maio de 2009
Fernando Rocha Faro<br> Equipe da Folha 
Londrina - Uma das alternativas estudadas pelo grupo técnico montado para discutir o problema da superpopulação de pombos em Londrina é o abate. A informação é do secretário municipal do Meio Ambiente, Carlos Levy. A eliminação das aves, porém, não é a única opção. Outras medidas, como o uso de fogos de artifícios ou predadores naturais para espantar os animais também estão na ordem do dia.
"Vamos trabalhar com calma o assunto e verificar se a medida (abate) é realmente necessária. É importante dizer que o que se discute é a possibilidade do abate da rolinha e não da pomba de praça", afirmou Levy. As espécies mais encontradas na Zona Urbana de Londrina são a Zenaida auriculata (amargosa) e Columbia livia (pomba doméstica). O secretário salientou, ainda, que deverão ser definidas a curto prazo. O grupo técnico tem o objetivo de elaborar um programa permanente de controle e manejo ambiental dos pombos. Os integrantes fixos são o biólogo Paulo Cézar Dolibaina, da Secretaria do Meio Ambiente, o veterinário Valmor Venturini, da Vigilância Sanitária, e o arquiteto Gilmar Domingues Pereira, da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU).
A reunião de ontem contou com a participação de Carlos Levy e de outros especialistas no tema. As principais alternativas citadas foram utilização de fogos de artifícios, proibição de alimentação dos animais, uso de repelentes ou anticoncepcionais, combate por meio de predadores naturais como falcões e gaviões, iluminação de árvores e corte seletivo de espécies de árvores. Para o secretário, uma medida de consenso é a determinada no Decreto 320, de 22 de abril, que proíbe a população de fornecer alimentos para as pombas. A fiscalização fica por conta de profissionais tanto da Secretaria do Meio Ambiente quanto da CMTU.


