Algumas outras idéias vêm seduzindo os ‘‘garimpeiros’’. Uma delas é a solução adotada em outros aterros já em funcionamento: o despejo dos resíduos seria feito primeiramente em uma área em que eles tivessem acesso e, em um prazo pré-estipulado, a ‘‘garimpagem’’ seria feita antes que o material fosse reconduzido à área da compactação.
Ainda que de forma tímida, lutando contra velhos hábitos de tentar resolver os problemas de maneira isolada, o grupo promete fazer algum tipo de manifestação para alertar a população para seu drama. ‘‘Alguém tem que olhar pela gente’’, espera Fátima Bernardete Wilt, 42 anos de idade, 15 de lixão. (L.F.M.)

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