Os muros do Cemitério São Pedro, as paredes ao redor do Bosque Central e a fachada do Centro Cultural Lupércio Luppi são alguns dos poucos espaços públicos destinados à arte do grafite em Londrina.

Na ausência de locais cedidos para este fim, os profissionais costumam pedir autorização aos proprietários de espaços particulares e não cobram nada pela pintura. "A gente só quer mostrar a nossa arte", explica Huggo Fabiano da Rocha.

Os grafiteiros reclamam da falta de apoio e dizem que o preconceito, apesar de pequeno, ainda existe. Na semana passada, a CMTU notificou o proprietário de um estacionamento porque o grafite do muro (uma homenagem ao piloto Ayrton Senna)
por uma infração à Lei Cidade Limpa.

Leia mais na reportagem de Viviani Costa, amanhã na Folha de Londrina.

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