Governo fará análise dos documentos
Curitiba - Antes de se manifestar a respeito do aumento de 15,7% na tarifa do transporte coletivo, o governo do Estado vai analisar os documentos entregues pela Urbanização de Curitiba S/A (Urbs) para justificar a medida.
A presidente da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), Maria Letícia Abbate Fiala, afirma que a Urbs não poderia ter determinado o aumento ''de maneira unilateral''. ''Vamos estudar a justificativa e analisar se o aumento é devido'', afirma. Ela explica que o reajuste na tarifa afeta a Rede Integrada de Transporte (RIT), que compreende Curitiba e outros 13 municípios da região metropolitana. Maria Letícia também esclarece que não estão previstos reajustes nas tarifas das linhas não integradas de transporte.
O Movimento Passe Livre Curitiba também se manifestou contrário ao aumento da tarifa de transporte público. Em seu blog, os integrantes do moCuritiba - Antes de se manifestar a respeito do aumento de 15,7% na tarifa do transporte coletivo, o governo do Estado vai analisar os documentos entregues pela Urbanização de Curitiba S/A (Urbs) para justificar a medida.
A presidente da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), Maria Letícia Abbate Fiala, afirma que a Urbs não poderia ter determinado o aumento "de maneira unilateral". "Vamos estudar a justificativa e analisar se o aumento é devido", afirma. Ela explica que o reajuste na tarifa afeta a Rede Integrada de Transporte (RIT), que compreende Curitiba e outros 13 municípios da região metropolitana. Maria Letícia também esclarece que não estão previstos reajustes nas tarifas das linhas não integradas de transporte.
O Movimento Passe Livre Curitiba também se manifestou contrário ao aumento da tarifa de transporte público. Em seu blog, os integrantes do movimento consideraram o reajuste como um "episódio de abuso das empresas de transporte sobre o direito de ir e vir" e afirmam que "os motivos alegados para o aumento são falaciosos e há especulação de que há superfaturamento no cálculo." O movimento realizou ontem uma reunião para discutir o aumento e ainda marcou para amanhã uma manifestação na Praça Santos Andrade, às 13h30.
A Urbs anunciou o reajuste da tarifa do transporte coletivo na última sexta-feira. Em vigor desde ontem, a passagem passa de R$ 1,90 para R$ 2,20, que representa um aumento de 15,7%. A tarifa antiga era a mesma desde abril de 2004.
Insumos
A Urbs alega que o reajuste representa o aumento no custo dos principais insumos. A empresa ainda afirma que durante os quase cinco anos da antiga tarifa o óleo diesel teve reajuste de 52,2%, além do reajuste acumulado de 31,68% no salário dos motoristas e cobradores e 47,87% no aumento do preço dos ônibus. Entre as capitais, Curitiba fica agora com a quinta tarifa mais cara. (C.G.B.)
vimento consideraram o reajuste como um ''episódio de abuso das empresas de transporte sobre o direito de ir e vir'' e afirmam que ''os motivos alegados para o aumento são falaciosos e há especulação de que há superfaturamento no cálculo.'' O movimento realizou ontem uma reunião para discutir o aumento e ainda marcou para amanhã uma manifestação na Praça Santos Andrade, às 13h30.
A Urbs anunciou o reajuste da tarifa do transporte coletivo na última sexta-feira. Em vigor desde ontem, a passagem passa de R$ 1,90 para R$ 2,20, que representa um aumento de 15,7%. A tarifa antiga era a mesma desde abril de 2004.
Insumos
A Urbs alega que o reajuste representa o aumento no custo dos principais insumos. A empresa ainda afirma que durante os quase cinco anos da antiga tarifa o óleo diesel teve reajuste de 52,2%, além do reajuste acumulado de 31,68% no salário dos motoristas e cobradores e 47,87% no aumento do preço dos ônibus. Entre as capitais, Curitiba fica agora com a quinta tarifa mais cara. (C.G.B.)





