O governo decidiu não se manifestar ontem sobre o movimento das mulheres dos policiais militares e se limitou a enviar apenas nota oficial respondendo a alguns assuntos questionados pelas manifestantes, como a reinvindicação do aumento salarial, omitindo a questão das punições. Segundo a a assessoria da Secretaria de Segurança Pública, as punições são questões ‘‘administrativas’’ que devem ser resolvidas na hierarquia da PM.
O comandante-geral da PM, coronel Gilberto Foltran, passou o dia no Palácio Iguaçu, mas não atendeu a imprensa. Segundo a assessoria da PM, ele deve divulgar uma posição hoje. As mulheres continuam acampadas e na noite de ontem levaram mais colchões para a frente do quartel da Polícia Militar. A estimativa era que cerca de 50 mulheres passassem a noite em frente ao quartel. O movimento deve ganhar força hoje, com a chegada de manifestantes do Interior. (K.M.)

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