GM reclama de estrutura precária
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sábado, 30 de janeiro de 2016
Auber Silva<br>Grupo Folha 
A estrutura de alguns dos postos de vigilância utilizados pelos guardas municipais de Londrina tem sido criticada por membros da corporação. Segundo as queixas, a situação é mais grave em locais afastados, como no terreno dos barracões do antigo Instituto Brasileiro do Café (IBC), na pedreira atrás do Conjunto Cafezal, na Fazenda Refúgio e no Parque Ecológico Dr. Daisaku Ikeda, na Usina Três Bocas.
De acordo com Sérgio Adriano Duenhas, na Guarda desde 2013, as condições de trabalho no Daisaku Ikeda ficaram precárias após as chuvas que destruíram boa parte do parque no início de janeiro. "Fiquei mais de 20 dias sentindo uma insegurança muito grande porque estava trabalhando na escuridão, sem luz alguma. Também fiquei sem água, tinha apenas uma garrafa de água congelada", detalhou. Segundo ele, a energia foi restabelecida na última quarta-feira (27), mas só agora um novo agente foi designado para acompanhá-lo no turno.
O secretário municipal de Defesa Social, coronel Rubens Guimarães, admitiu que existem queixas, mas que a maior parte dos guardas não formaliza as reclamações. "Eles precisam deixar isso claro, trazer até nós, trazer à diretoria e aos supervisores para que possamos verificar e pedir melhorias para as secretarias responsáveis pela manutenção dos locais onde ficam os postos, como as secretarias de Meio Ambiente e Obras", argumentou.
Segundo o chefe da Guarda Municipal, a reclamação de guardas trabalhando desarmados em postos afastados não procede. "Isto não é verdade. Qualquer situação que esteja infringindo o nosso regulamento deve ser comunicada imediatamente para que se tome uma medida de correção", garantiu.


