Enquanto a integração das câmeras de segurança não acontece com o CICCL (Centro Integrado de Comando e Controle Local), a GM (Guarda Municipal) de Londrina continua realizando o trabalho desenvolvido com os equipamentos de responsabilidade de órgão. De acordo com a Defesa Social, são cerca de 300 câmeras operando atualmente na cidade. Aproximadamente 25 foram enviadas para o conserto, em São Paulo, e em breve irão reforçar o efetivo tecnológico.

Os equipamentos de segurança estão espalhados em prédios públicos e postes na área central e em outras regiões da cidade, incluído a zona rural. No centro, alguns pontos onde estão concentradas as câmeras são o Calçadão, Terminal Central, praça Tomi Nakagawa, avenida Duque de Caxias e rua Maranhão. "Isto permite um trabalho mais consistente, com os guardas e as outras forças policiais podendo visualizar quem pratica o crime e, consequentemente, prender", elencou Evaristo Kuceki, secretário de Defesa Social.

Segundo ele, mais 50 câmeras serão adquiridas para serem instaladas em escolas municipais e unidades de saúde consideradas problemáticas. Este projeto está na fase dos estudos preliminares. "Estas câmeras serão capazes de identificar irregularidades sem o monitoramento constante, detectando a presença de estranhos fora do horário e lendo placas de veículos", exemplificou. "Nas regiões de Londrina as câmeras já estão em várias escolas e postos de saúde", acrescentou.

O acompanhamento das imagens registradas é feito diariamente e durante 24 horas. São cerca de dez GMs que se revezam na verificação em sistema de plantão. A central de videomonitoramento funciona na zona sul do município e foi inaugurada em 2012. Kuceki informou que situações de furto e tráfico já foram evitadas graças aos equipamentos. "Os casos mais recentes são no cemitério São Pedro, que depois de muitos atos criminosos instalamos uma câmera lá e as ocorrências pararam", destacou.

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