Giro pelo Paraná
Caps de Cianorte faz alerta contra suicídio
Cianorte O Caps 1 (Centro de Atendimento Psicossocial Infantil) de Cianorte (Noroeste) realizou uma mobilização contra o suicídio. Portando cartazes e distribuindo panfletos, os adolescentes atendidos no Caps repassaram informações a motoristas e pedestres que circulavam pelo centro da cidades, na semana passada. A ação foi proposta pelos próprios usuários durante uma das oficinas terapêuticas que frequentam semanalmente. "O principal objetivo com esta ação foi quebrar paradigmas e tabus a respeito do assunto. Na maioria das vezes, quem enfrenta o problema costuma não procurar ajuda. Sendo assim, o trabalho esteve voltado, principalmente, aos familiares e às pessoas próximas, que são capazes de identificar o problema", apontou a psicóloga do Caps, Thaíse Dantas. "A atividade coincidiu com a principal proposta do Caps que é reintegrar à sociedade as pessoas que se encontram em sofrimento psíquico e que, por conta do próprio adoecimento, acabam por ter seus vínculos sociais e afetivos enfraquecidos", observa o coordenador, Sergio Fereira.
CCZ alerta moradores
Foz do Iguaçu O descaso e a falta de interesse de alguns moradores de Foz do Iguaçu (Oeste) preocupa a equipe do controle de Endemias do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses). De acordo com o supervisor dos agentes de Endemias, Orestes Neto, muitas pessoas recebem de forma agressiva os trabalhadores. "É uma rotina estressante e muitas vezes perigosa. A maior dificuldade é a efetividade da população, a vistoria é diferente de um trabalho que tinha antigamente da carrocinha que ia buscar um cachorro quando o dono não queria mais ou como quando prestávamos a atividade de vacina casa a casa. Esse trabalho consiste em verificar água parada e lixo, é um trabalho constante", explica Orestes. "Já tivemos situações que o morador mostrou a arma e falou que não queria ter a residência vistoriada e ainda casos que o munícipe pede para passar mais tarde, pois está muito cedo, o que atrapalha o cronograma de visitação. Pois a rua toda pode estar de acordo, mas talvez naquela casa que o morador não deixou entrar, pode ter foco do mosquito (Aedes aegypti, transmissor da dengue) ou criador de outros animais peçonhentos", revela o supervisor.





