GIRO PELO PARANÁ
Multa a donos de terrenos
Maringá - Equipes das secretarias de Serviços Públicos, Saúde e Fazenda de Maringá iniciaram ontem um mutirão para multar proprietários de terrenos que foram notificados e ainda não fizeram a roçada. Os proprieitários tiveram 30 dias para executar o serviço. A multa varia de R$ 300 a R$ 2,4 mil, valor que pode dobrar se for identificado foco do mosquito da dengue na área. Os fiscais identificam o lote, instalam a placa com as informações e fotografam, mostrando também a situação do terreno. Ao mesmo tempo agentes ambientais percorrem a área em busca de resíduos que podem acumular água e servir de criadouro do mosquito da dengue.
Ação contra raiva
Cambé - Agentes da Vigilância Sanitária de Cambé (Norte) estão visitando os imóveis da Região Central para passar orientações aos moradores sobre os cuidados com o vírus rábico. A ação de prevenção da Secretaria Municipal de Saúde foi deflagrada depois que foi confirmada a presença do vírus em um morcego na Rua Holanda. Um morador encontrou o animal e entrou em contato com a Vigilância Sanitária. O morcego foi recolhido e enviado para o laboratório onde foi confirmada a contaminação pelo vírus da raiva. A ação de prevenção é uma orientação do Ministério da Saúde quando é constatada presença da raiva em animais'', explica a secretária de Saúde, Alessandra Garcia Gonzáles Vaz. A principal forma de transmissão do vírus da Raiva é através da saliva de animais contaminados.
Canal da Piracema
Foz do Iguaçu - O último monitoramento do Canal da Piracema, concluído na semana passada pela Divisão de Reservatório (MARR.CD) da Itaipu Binacional, reservou uma boa surpresa aos responsáveis pelo trabalho. Espécies até então raras no sistema de transposição começaram a aparecer com maior frequência. É o caso da tabarana, também conhecida como dourado branco. Outras duas foram avistadas pela primeira vez no canal: uma espécie de tuvira e outra de cascudinho. ''Se estão aparecendo, é porque estão se reproduzindo. E são peixes juvenis. Isso indica que as condições de reprodução, tanto no canal como na região do Rio Paraná e de seus tributários, são cada vez mais favoráveis'', comentou o engenheiro agrônomo André Luiz Watanabe (MARR.CD), um dos responsáveis pelo trabalho.
Rede contra o crack
Maringá - As universidades estaduais de Ponta Grossa (UEPG), Maringá (UEM), Londrina (UEL) e do oeste do Estado (Unioeste) fazem parte da rede nacional para combater o avanço do crack e outras drogas. Essas instituições terão Centros Regionais de Referência em Crack e outras Drogas (CRR) e se integrarão aos outros 45 centros em universidades públicas, de todo o Brasil. Estima-se que pelo menos 500 mil pessoas façam uso da droga no Brasil. Nos próximos 12 meses, os centros de referência vão capacitar 14,7 mil profissionais, entre médicos, psicólogos, enfermeiros, assistentes sociais e agentes comunitários, em 844 municípios de 19 estados. Esse treinamento vai preparar os profissionais para o tratamento de usuários e atendimento a suas famílias.





