Gestão plena já é realidade em muitas regiões
Gestão plena já
é realidade em
muitas regiões
A gestão plena já é uma realidade em algumas regiões do Paraná. Ao mesmo tempo em que possibilitou o controle do sistema pelos Estados, o Ministério da Saúde concedeu também maior poder aos municípios. A maioria das cidades do Paraná trabalha com a Gestão Plena do Sistema Básico, em que a prefeitura é responsável pelas ações mais simples.
Mas 13 municípios do Estado já recebem os recursos globais para o andamento do sistema de saúde, decidindo onde o dinheiro vai ser aplicado. As cidades que trabalham com a Gestão Plena são Curitiba, Londrina, Maringá, Apucarana, Dois Vizinhos, Campo Mourão, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Pato Branco, São Jorge do Patrocínio, Terra Boa, Umuarama e Mandaguari.
A concessão é um reconhecimento da eficiência da saúde no Estado. O Paraná fez a tarefa de casa. Tem dado um exemplo para o País na área de saúde e agora está recompensado com a assinatura deste convênio, informa a assessoria da Secretaria da Saúde. Com a descentralização, o gerenciamento será mais ágil e eficiente, tornando o atendimento ainda melhor.
O secretário municipal de Saúde de Umuarama, Luiz Renato de Azevedo, ressalta que a gestão plena possibilita que a cidade reserve recursos para o setor. O governo federal enviava apenas os valores já gastos nos serviços. Agora, graças a programas preventivos, podemos redirecionar os recursos, aponta.
Apesar das mudanças, o sistema continuará a ser fiscalizado pelo Ministério da Saúde e também por uma comissão bipartite formada por representantes das secretarias municipais de saúde e das regionais de saúde do Estado. Esta comissão é formada por 10 membros, com poder de voto.
Azevedo, que é um dos membros da comissão bipartite, afirma que a mudança na gestão do segmento será positiva para o Estado. O atendimento à população vai melhorar e os fornecedores terão um interlocutor mais próximo. As questões do dia-a-dia serão resolvidas de maneira mais rápida e simples, avalia.





