Gestante está abalada
A gestante D., que teve autorização da Justiça de Maringá para interromper a gravidez no quinto mês, está bastante abalada com a repercussão negativa do caso. O advogado Augusto César Moreno disse ontem à Folha, que sua cliente - que pediu para não ser identificada - não está em condições de falar sobre o assunto.
A autorização do aborto foi concedida pelo juiz Luiz Carlos Gabardo com base nos exames feitos pela paciente que constataram que anencefalia no feto - anomalia caracterizada pela falta de cérebro. Gabardo entendeu que a retirada do feto não constitui crime, uma vez que a anencefalia não permitirá a geração de um ser humano. A decisão da Justiça não agradou à Cúria Metropolitana de Maringá.





