Garoto apontou a arma para a cabeça do soldado
O mecânico Antônio Aparecido Breve passou ontem por um grande susto. Morador da Rua Juruá, na Vila Nova (região central de Londrina), ele ficou no meio do tiroteio entre o policial militar e os dois menores.
Ele estava na rua trabalhando num Fiat Uno que estava estacionado quando um dos menores, que acabara de roubar o supermercado, se aproximou dele com a arma em punho, mas mirando para o chão. Em seguida, o policial militar se posicionou atrás de uma pequena árvore do outro lado da rua e teria começado a atirar na direção onde o veículo estava parado, que foi atingido na lateral, no pára-brisa e no capô. ''A rua estava cheia de gente e todo mundo ficou no meio do tiroteio'', contou. Sem saber como, ele disse que conseguiu correr para dentro de casa e se esconder.
Depois de intensa troca de tiros, o policial acabou sendo atingido na perna. Ferido e sem mais projéteis na sua arma, o mecânico contou que ele ficou estendido no chão. Os menores se aproximaram do PM e, segundo Breve, só não o executaram porque não quiseram. ''Um dos garotos apontou a arma para a cabeça dele e o outro gritava para ele matar o cara de uma vez'', disse.





