Uma adolescente de 12 anos foi assassinada, ontem, pouco antes das 14 horas, com um tiro na boca, no Conjunto Violin, Zona Norte de Londrina. O corpo de Juliana Inglês Galvão foi encontrado pelos bombeiros na calçada, ao lado do portão, em frente à residência de número 115, da Rua Quero-Quero. Um rastro de sangue indicava que ela foi arrastada até o local após o disparo. Conforme o sargento Jaime Francisco da Silva, o crime ocorreu provavelmente em um dos quartos da casa, onde havia poças de sangue ao redor da cama.
No endereço vivem um casal e quatro filhos. A suspeita é que um deles - de aproximadamente 18 anos - esteja envolvido no fato. Quando os policiais militares chegaram, a residência estava vazia e dezenas de pessoas observavam o corpo no chão e a ação dos bombeiros. O chefe da família recusou-se a falar com a imprensa, mas incentivou o filho mais novo a dizer ao delegado de homicídios Ernandes Cesar Alves o que viu. O garoto - de aproximadamente 13 anos - disse que havia outro rapaz dentro da casa, além do irmão, quando Juliana foi alvejada.
Baseado nos comentários de vizinhos, o sargento Silva disse que o principal suspeito do crime possui ficha criminal. Uma tia de Juliana compareceu ao local e reconheceu o corpo. Ela também não falou à imprensa, mas informou aos policiais que desconhecia os relacionamentos da sobrinha.
Enquanto policiais civis e militares vasculhavam a casa vizinha à procura da arma usada no crime, o morador da casa onde tudo aconteceu lavava os vestígios de sangue com uma mangueira de água. Até as 17 horas o corpo da garota permanecia sem reconhecimento oficial no Instituto Médico Legal (IML). De acordo com o Código Penal Brasileiro, a necrópsia só pode começar, no mínimo, após seis horas da morte.

Cadáver - Um corpo ainda sem identificação foi encontrado na noite de segunda-feira na Vila Campo Alto, em Colombo, Região Metropolitana de Curitiba (RMC). O corpo apresentava dois disparos de arma de fogo na cabeça. A vítima aparentava ter 25 anos e foi achada por volta da meia-noite, sem qualquer documentação. Encaminhado ao IML, o corpo aguarda identificação. A Polícia Civil de Colombo, que investiga o assassinato, diz que segundo informações levantadas o homem era usuário de drogas e já teria sido internado por causa da dependência.

mockup