Há um mês que o galho seco desprendeu-se da árvore e ficou pendurado num fio, que não se sabe se é da Copel ou da Sercomtel. Há um mês que o pessoal que trabalha ao lado - na esquina da Alameda Miguel Blasi com Rua Rio de Janeiro, área central de Londrina -, vinha alertando: ‘‘Um dia o galho cai! Não deu outra: ontem de manhã, quando o fotógrafo Luiz Juliani chegou para trabalhar, lá estava o galho esparramado no chão. E o pior: pesado, destruiu parte da grade que separa a calçada - onde Juliani atende o público há mais de 50 anos como fotógrafo lambe-lambe - do Bosque Municipal. ‘‘O duro é que é a gente que vai pagar o prejuízo’’, reclama Janilson Gardiano Guilhen, que tem uma casa de suco na esquina da Avenida Rio de Janeiro, a poucos metros de onde o galho caiu. O auxiliar administrativo Gilson José Corrêa, da AMA, disse ontem que funcionários do órgão iriam até o local retirar o galho caído. Ele informou que nesta época do ano o número de pedidos de poda é grande e a equipe de trabalho está reduzida. ‘‘Por isso a gente procura priorizar residências ou locais onde há risco do galho cair sobre carro ou pessoas.

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