Furtos e vandalismo em praças, cemitérios e outros locais públicos são constantes
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Redação FolhaWeb 
A Guarda Municipal de Londrina foi criada para cuidar da segurança em escolas municipais e zelar pelos espaços públicos como praças, cemitérios e prédios públicos, mas ela não está conseguindo cumprir esse papel. Um exemplo disso é o Cemitério Jardim da Saudade (Zona Norte), que foi arrombado na madrugada de segunda-feira pela 11ª vez em um mês e meio. Os ladrões estouraram duas portas de ferro do setor de almoxarifado e furtaram motores de geladeira e do bebedouro, um aparelho telefônico e pertences dos funcionários do local.
O problema de furtos e vandalismo não se restringe aos cemitérios. Em várias praças da cidade os aparelhos públicos colocados à disposição da população têm sido alvo de depredação. No Lago Igapó (Área Central) existem cúpulas de postes de iluminação danificadas. Na Praça Tomi Nakagawa, também no Centro de Londrina, os vidros de luminárias e as pedras que revestem alguns bancos estão quebrados; os alambrados que cercam as quadras poliesportivas em vários pontos da cidade precisam de manutenção, enquanto na Praça Nishinomiya várias lixeiras estão amassadas.
O secretário municipal da Defesa Civil, Jefferson Dias Chaves, afirma que a Guarda Municipal possui um efetivo muito pequeno para realizar a ronda em todos os locais. ''Estamos com 227 guardas e a situação só melhorará quando tivermos um efetivo de mil pessoas'', destacou. Ele explicou que já existe um processo seletivo em curso que garantirá a contratação de mais 300 homens e que ajudará a suprir parte da demanda. Porém, segundo ele, a contratação dos outros 50% do efetivo dependerá do próximo prefeito.
Leia mais na reportagem de Vítor Ogawa
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