Funerárias iniciam atuação no IML
O Instituto Médico-Legal (IML) começa a ser administrado a partir da próxima semana pela Associação dos Serviços Funerários de Maringá. O IML passará a funcionar por 24 horas, em regime de plantões que serão divididos entre as nove funerárias da cidade.
A lei que regulamenta este novo tipo de administração pública foi aprovada pela Câmara Municipal e deverá ser publicada no Diário Oficial do município até a próxima sexta-feira. A direção do IML continuará nas mãos de médicos, que são funcionários do órgão. As funerárias vão executar, além do trabalho burocrático, os serviços de remoção e lavagem dos corpos, utilizando dois furgões e uma Caravan novos já enviados pelo Governo do Estado.
A compra de material de limpeza e artigos de escritório ficará por conta das funerárias, que cobrarão do Estado uma média de R$ 50,00 pelo serviço de remoção dos corpos. A taxa varia de acordo com a distância percorrida pelos carros do governo.
O presidente da Associação, Carlos Fogaça, explicou que o serviço de remoção e lavagem de corpos já era feito pelas funerárias, mas não era oficializado. Com o convênio assinado em março entre a Associação, a Prefeitura de Maringá e o Governo do Estado o serviço passou a ser definitivo.
O trabalho das funerárias dentro do IML será feito em regime de plantões de 12 horas - cada plantão terá seis funcionários da funerária escalada para o horário. Todo o serviço, explicou Fogaça, continuará sendo fiscalizado pela Prefeitura.
Além de organizar o serviço, a liberação de corpos e documentos será mais rápida e ficaremos abertos dia e noite, sem parar, destacou Fogaça. As funerárias continuarão atendendo clientes em regime de escala. Os preços não mudam: variam de R$ 100,00 a R$ 8 mil, com caixão, acompanhamento e sepultamento incluídos.Marcos NegriniO presidente da associação, Carlos Fogaça: serviço organizado e liberação rápida de corpos e documentosMarccio W. Varella





