Maringá A Secretaria de Meio Ambiente de Maringá começa hoje a notificar as funerárias e o Instituto Médico-Legal (IML) para obrigar, no prazo de 15 dias, o serviço de interligação com a rede de esgoto da Sanepar. Objetivo é prevenir o risco de contaminação do ambiente porque a maioria destas empresas joga sangue e outros resíduos da lavagem de corpos humanos em fossas ou sumidouros particulares. Além do IML, serão notificadas as 12 funerárias do município.
Se as empresas que utilizam fossas não se adequarem à exigência podem sofrer interdição e multas entre R$ 500,00 e R$ 50 mil. Aquelas que já estão interligadas à rede de esgoto devem apresentar declaração da Sanepar e laudo sobre o tratamento dos resíduos dispensados.
O diretor de Meio Ambiente, Julio César Garcia, explica que os resíduos resultantes da lavagem e preparação de corpos e de autópsias , quando jogados no meio ambiente, representam risco à saúde pública porque podem contaminar a água subterrânea. Mesmo as empresas que adotam a tanatopraxia método em que o sangue e os líquidos são retirados para melhor conservação do corpo e tratam o resíduos antes de depositar em fossas, terão que se interligar à rede de esgoto sanitário.

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