O Tribunal do Júri de Londrina condenou ontem o funcionário público Nelson Geraldo, de 52 anos, a uma pena de seis anos de prisão. Geraldo foi julgado pelo assassinato de Isaías Pedroso, no dia 9 de agosto do ano passado.
De acordo com os autos do processo, o assassinato ocorreu por vingança. Nelson Geraldo e Isaías Pedroso tiveram um desentendimento anterior, quando chegaram à briga corpo-a-corpo. Por volta das 17h30 daquele dia, encontraram-se em frente ao Bar do Neguinho, no Conjunto Novo Amparo (zona norte). Antes de sacar o revólver calibre 32, Nelson teria dito: ‘‘Você lembra daquilo que você me fez‘‘? Disparou três tiros, mas somente dois atingiram Isaías, que não resistiu aos ferimentos e morreu.
O juiz João Luiz Vleve Machado determinou o cumprimento da pena em regime semi-aberto, a ser cumprido na Colônia Penal Agrícola, em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba. O advogado de defesa, Aparecido Medeiros dos Santos, tem o prazo de cinco dias para recorrer da sentença.
No julgamento de terça-feira, o Tribunal do Júri condenou o réu Carlos César Rodrigues de Souza a nove anos e nove meses de reclusão, pelo assassinato de Rita Aparecida da Silva. Segundo os autos, Carlos César matou Rita com 14 facadas. A vítima era amásia do réu, mas o casal estava separado. Carlos alegou que a ex-amásia estava se prostituindo na Via Expressa. Apesar da condenação, o promotor Janderson Camões de Carvalho Iassaka, recorreu ao Tribunal porque discordou dos critérios do juiz na definição da pena.
Fernando Barbosa de Oliveira seria julgado hoje, pelo assassinato de Claudionor de Souza. Mas o julgamento foi suspenso porque houve substituição do advogado de defesa. Ainda não foi definida nova data.Josoé de CarvalhoNo Banco dos RéusNelson Geraldo foi condenado pelo assassinato de Isaías Pedroso, cometido no ano passado, no Novo AmparoÁureo Nogueira

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