Funcionando há um ano, novo terminal ainda gera polêmica
A rodoviária de Campo Mourão completou um ano de funcionamento, semana passada, mas ainda gera polêmica e dor-de-cabeça à prefeitura e aos usuários por causa de desentendimentos entre empresas de ônibus e a administradora privada do terminal. Na maioria das vezes, esse mau relacionamento atinge os passageiros.
''Não estou arrependido. Se fosse preciso, faria tudo de novo'', disse o prefeito Tauillo Tezelli (PPS). Ele entende que a maioria dos problemas vividos pela rodoviária ocorreram porque a prefeitura inovou ao terceirizar a sua administração. ''Até a prefeitura errou em algumas coisas que depois tiveram que ser corrigidas'', admitiu.
Segundo o prefeito, a terceirização foi um bom negócio para o município e ainda vai compesar todas as polêmicas enfrentadas. ''Com o tempo, as coisas vão se acertando'', ressaltou. O mais novo problema da Procuradoria Geral do município é encontrar uma maneira de evitar que empresas de ônibus vendam passagens fracionadas.
A venda fracionada reduz a arrecadação da taxa de embarque, que é a principal receita da administração da rodoviária. A briga entre a administradora e as empresas de ônibus devido aos pontos de embarque continua e já forçou a prefeitura a reeditar o decreto que proíbe os embarques fora do terminal.
Na reedição, foram acrescentados novos pontos de desembarque e alterada a redação para deixar claro que os embarques são permitidos na zona rural. Alguns ônibus haviam deixado de parar até no distrito de Piquirivaí. Usuários antes acostumados a embarcar em pontos mais próximos de casa não gostaram da medida.





