Fretamento de
ônibus é mistério
de duas versões
Os populares foram levados à Câmara em três ônibus fretados da empresa Radar, de Cambé (13 km a oeste de Londrina), do vereador Jefferson Marques (PPB). Existem pelo menos duas versões para o fretamento. Uma delas é de que a conta foi bancada pela Federação de Favelas, Núcleos e Assentamentos de Londrina, embora a Federação não tenha recibo. O custo teria sido de R$ 50,00. ‘‘A comunidade queria dar apoio ao único prefeito que lembra das famílias carentes’’, disse o presidente da entidade, José Ricardo da Silva.
Outra informação é de que os ônibus foram fretados pelo presidente da Associação de Moradores do Conjunto João Turquino, zona oeste, Rubismar Yani, que já trabalhou para o deputado federal José Janene (PPB) e hoje, segundo ele, é contratado pela prefeitura. Ele, que revelou ter renda mensal de R$ 800,00, afirmou ter pago R$ 180,00 pelos três ônibus. A Folha tentou mas não conseguiu manter contato por telefone com o dono da empresa Radar. (P.Z.)

mockup