O orçamento de Foz do Iguaçu (258.389 habitantes) para o ano que vem prevê receita de R$ 168 milhões, contra os R$ 185 milhões deste ano. A arrecadação deve cair 9%, mas o superávit esperado é de R$ 5,3 milhões. Somando as receitas de capital e os empréstimos, a proposta orçamentária pode chegar a R$ 213 milhões, enquanto as despesas previstas somarão R$ 207,7 milhões.

Entre os principais gastos estarão na saúde, R$ 36,7 milhões, e educação, R$ 32,5 milhões. Segundo o secretário de Administração, Eliseu Liberato, haverá um investimento maior em alguns setores. ''A Lei Orgânica do Município prevê investimentos de no mínimo 13% na área de saúde. Neste caso, por exemplo, sempre aplicamos um pouco mais'', disse Liberato, referindo-se aos 17% destinados ao setor.

Para a Secretaria de Segurança Pública a previsão é de R$ 6,13 milhões. Boa parte do dinheiro será destinado diretamente às operações da força-tarefa, que integra todas as corporações policiais da cidade, incluindo Exército e Receita Federal.

As duas fundações com receitas próprias (Esportes e Cultural) prevêem gastos de R$ 250 mil cada uma. As despesas das autarquias que atuam no trânsito (Foztrans) e na habitação (FozHabita) devem ser de R$ 3,4 milhões e R$ 280 mil, respectivamente.

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