A gigantesca lavagem de dinheiro através da fronteira Brasil-Paraguai, em Foz do Iguaçu e Cascavel, começou a ser detectada em 96 pela CPI dos Precatórios, mas só se tonrou pública em meados do ano passado. Com a abertura da CPI que investigava as negociatas feitas no país com títulos públicos, a Justiça quebrou o sigilo bancário dos envolvidos no escândalo e começou a rastrear seu dinheiro. Parte dele era lavado no mesmo esquema da contas CC5.

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