Fontes sempre tiveram funcionamento irregular
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terça-feira, 14 de agosto de 2018
Vítor Ogawa<br> Reportagem Local 
O chafariz do Calçadão (centro de Londrina) foi implantado durante a reforma do espaço, realizada entre 2010 e 2011, quando o piso de petit pavet foi substituído por blocos de concreto intertravados. O equipamento foi construído no local onde anteriormente existia um coreto, mas também nunca funcionou adequadamente, obrigando a prefeitura a construir uma pequena contenção para evitar que a água escoasse rumo ao espaço pelo qual os pedestres circulavam. Além disso, os bicos do chafariz e as luminárias eram alvos de ladrões. Desde 2013 o chafariz daquele espaço não funcionava a contento.
Já a Praça Rocha Pombo, também na área central, foi reformada em 2008 com recursos federais. O espaço estava sem funcionar adequadamente há pelo menos uma década. A população acostumou-se a ver o local abandonado e o chafariz seco. Inúmeras reportagens foram realizadas pela Folha para denunciar o abandono que deixou o chafariz acumulando apenas água da chuva, deixando o espaço como potencial criadouro de mosquito Aedes aegypti.
A Rocha Pombo foi projetada em 1931 pelo engenheiro Alexandre Razgulaeff, em frente à então estação ferroviária. Depois que a rodoviária projetada por Vilanova Artigas foi construída perto dali, sua relevância aumentou. O local foi tombado, em 1974, pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná, para a conservação do conjunto arquitetônico formado pelos prédios das antigas estações rodoviária e ferroviária.
Até 1991 havia uma passagem subterrânea entre o Museu Histórico Padre Carlos e a praça, mas ela foi fechada por questões de segurança e higiene porque andarilhos pernoitavam no local.
Outro local que poucos sabem que já teve um chafariz e uma queda d'água é a praça Nishinomiya, em frente ao Aeroporto (zona leste). O local está sem um chafariz funcional desde que a bomba d'água foi furtada, na década de 1990.


