Os comerciantes Carlos Leonel Teixeira Rodrigues e Paulo Fernando Carlesso da Silva, que estavam participando da 25ª Expoingá no setor de alimentação, pretendem entrar com uma ação contra a Sociedade Rural de Maringá pela falta de segurança no Parque de Exposições. A barraca de lanches Dog Crazy que eles tinham na Expoingá foi destruída com um incêndio ocorrido no domingo à noite.
De acordo com o gerente proprietário da barraca, Carlos Leonel Rodrigues, o incêndio destruiu todos os equipamentos de trabalho. Ele estima que o prejuízo é de R$ 12 mil. Segundo Rodrigues, o incêndio começou na barraca do restaurante oriental ao lado da Dog Crazy.
Ele alega que apesar da ação do Corpo de Bombeiros que estava no Parque no momento do acidente, o fogo tomou conta de tudo e foi impossível recuperar os equipamentos devido o risco de explosão.
Apesar do incêndio ocorrer dentro do Parque de Exposição Francisco Feio Ribeiro, onde está ocorrendo a Expoingá, os proprietários da barraca afirmam que os organizadores não querem se responsabilizar pelo acidente.
‘‘Não foi problema nosso porque o incêndio aconteceu na barraca ao lado e não tinha qualquer extintor por perto para apagar o fogo imediatamente’’, disse Rodrigues. Ele afirma que não tinha conhecimento sobre a cláusula no contrato de aluguel da barraca que desobriga os organizadores da Expoingá de arcar com o seguro da barraca.
De acordo com a assessoria de imprensa da LPR, empresa responsável pela Expoingá, a ação do Corpo de Bombeiros para conter o incêndio foi ‘exemplar’, não deixando nenhum ferido. Conforme o assessor Claudio Galleti, os organizadores estão cumprindo todas as obrigações com a segurança do Parque de Exposição, mantendo no local unidades do Corpo de Bombeiros, das polícia Militar, Civil e Rodoviária e serviços médicos e hospitalares.
Quanto ao seguro das barracas, Galleti afirma que todos os contratos de aluguéis com os expositores mantém cláusulas explícitas que isentam os organizadores da Expoingá sobre a segurança individual das barracas.

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