A Fundação Nacional de Saúde (FNS) e a secretaria de Meio Ambiente de Maringá pretendem colocar 56 funcionários e 14 caminhões nas ruas, a partir das 7h30 de hoje, no arrastão contra a dengue. ‘‘O momento de evitar a proliferação do mosquito e uma nova epidemia de dengue é agora’’, afirma Osmar Batista, agente da FNS. O clima quente e úmido é propício para a procriação do Aedes aegypti, mosquito transmissor.
Para reduzir os níveis de infestação, segundo Batista, é preciso que a população colabore. ‘‘Os moradores e empresários devem descartar todo material que acumula água em casa ou no quintal, ou no mínimo evitar a água parada’’. Esta deverá ser a única oportunidade para descartar o lixo que não é recolhido na coleta convencional.
A meta inicial do arrastão é reduzir ainda mais os níveis de infestação do mosquito em Maringá. No ano passado, quando foram confirmados 829 casos de dengue na cidade, o mosquito era encontrado em 43% das residências e empresas. Depois de muito trabalho dos órgãos de saúde e o apoio da população, o nível de infestação caiu.
Hoje, segundo Batista, o mosquito ainda é encontrado em 2,5% das residências. ‘‘Mas é possível reduzir ainda mais esta média’’, afirma. Segundo a médica Maria Tereza Coimbra, chefe do setor de epidemiologia da Secretaria de Saúde de Maringá, este ano foram registrados 64 casos de dengue na cidade.

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