Floristas reclamam de pesquisa de preços do Procon
Marcelo AlmeidaEsmair Xavier de Souza, 20 anos, compra uma rosa para dar à mulherO presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Flores e Plantas de Curitiba e Região Metropolitana, Francisco Macedo Machado, está contestando a pesquisa de preços de flores e arranjos divulgada pelo Procon para os Dia dos Namorados. Segundo Macedo, o Procon não levou em conta a qualidade dos produtos oferecidos, porque as floriculturas trabalham com flores nacionais e importadas, que custam cerca de 25% mais.
O presidente do sindicato queixa-se que o Procon pecou ao comparar preços de floriculturas classe A com outras de porta de cemitério, que vendem arranjos simples. Para ele, seria a mesma coisa que comparar uma BMW com um Fusca. Macedo diz que a pesquisa deveria abranger também os produtores, que em datas especiais chegam a dobrar o preço do produto final.
Macedo sugere ao Procon que também faça distinção na faixas de qualidade de cada produto, como as rosas. Antes da data dos namorados, cinco dúzias de rosas de cabo curto custam ao floricultor R$ 20,00, e a de cabo longo, R$ 40,00. (I.R.)





