Florestópolis chega aos 59 anos
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Michelle Aligleri<BR>Reportagem Local 
Cidade da floresta, este é o significado do nome do município que completa 59 anos neste domingo. Para comemorar a nova idade, a Prefeitura de Florestópolis prepara vários eventos. A comunidade também se organiza. Há dois meses os alunos de todas as escolas estão ensaiando para participar de um desfile. Além disso, o público poderá apreciar a apresentação de uma fanfarra e uma banda.
Conforme o secretário municipal de Administração, Wilson Antonio Baldívia, a primeira atividade programada será a Feira da Lua, nos dias 13, 14 e 15. Participam desta feira as escolas municipais e entidades assistenciais, que são responsáveis pelas barracas de alimentos, disse.
O ponto alto será no domingo, às 9 horas, com a reinauguração da fanfarra do município, conforme a secretária municipal de Educação e Cultura, Ivone Carnelosi, o grupo estava desativado há 40 anos. A nossa fanfarra tem 150 componentes e vai levar o nome da Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, explicou. A fanfarra municipal se apresenta após a Banda do Batalhão de Infantaria Motorizado de Apucarana.
As atividades seguem com o desfile cívico que vai contar com a participação de cerca de três mil alunos entre estudantes de escolas particulares, filantrópicas, das sete escolas municipais e das duas estaduais. A secretária acrescentou que as crianças estão ensaiando há cerca de dois meses. Eles estão se sentindo importantes porque sabem que estão participando da história da cidade.
Segundo prévia do Censo 2010, divulgado este mês pelo IBGE, o município tem 11.196 habitantes. Sua economia gira em torno da produção da cana-de-açúcar. A cidade está em pleno desenvolvimento, a prefeitura busca atrair indústrias, especialmente para gerar empregos para as mães de família, disse Ivone.
Ela acrescentou que, apesar das características interioranas, a comunidade está assustada com a insegurança. Essa é a nossa maior luta, temos visto crimes à luz do dia e não vivenciávamos isso há cinco ou seis anos. Sabemos que é uma situação enfrentada em todo o Estado, mas o narcotráfico nos preocupa bastante.


