A viagem para Porto Santo, em Portugal, no ano passado, também traz recordações constrangedoras para a empresária Taciana Flores, 30 anos. Ela, o irmão e a cunhada tiveram suas bagagens extraviadas e tiveram que ficar três dias sem as malas.
''Voamos por uma companhia estrangeira, que deu o prazo de 72 horas para recuperar nossas bagagens. Quando fomos buscá-las no aeroporto, no terceiro dia, elas estavam totalmente arrebentadas'', lembra Taciana, que até hoje não obteve uma resposta sobre o que aconteceu. ''Não sabiam me dizer onde elas estavam e porque estavam violadas. É um verdadeiro descaso'', desabafa.
Além de toda essa dor de cabeça, utilizando roupas emprestadas e sem os pertences pessoais, Taciana também conta que ao chegar no aeroporto e avistar a mala percebeu que a joia que seria dada de presente não estava mais ali. ''Tivemos que abrir a mala junto à Polícia Federal. O policial me acompanhou até uma sala e me disse que se houvesse algo suspeito na mala, teria que me prender. Isso foi constrangedor'', comenta ela, que, na ocasião, não quis procurar o Procon.
''Hoje, coloco em prática o aprendizado que fui forçada a ter diante dessa experiência. Não levo mais nada de valor na mala. Se for preciso carrego na bagagem de mão'', diz. (M.O.)

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