De Curitiba
Para se proteger do sol, a melhor alternativa é o protetor solar. Mas quando a pessoa é suscetível à alergia, o que poderia proteger acaba prejudicando. Foi o que aconteceu com a bioquímica do Hospital Evangélico, em Curitiba, Cristiane Dias Curi. Ela usou quatro vezes o Sundown Spray, Fator de Proteção Solar (FPS) 15, da Johnson & Johnson e teve alergia por todo o corpo.
Cristiane conta que começou a sentir coceiras e rapidamente um grosseirão espalhou-se pelo seu corpo. Preocupada, a bioquímica procurou um especilista que diagnosticou alergia à química do produto. Só depois de um mês de tratamento as erupções começaram a desaparecer.
Segundo a dermatologista Flávia Dalledone pessoas com propensão à alergia devem procurar um especialista. Ela aconselha o uso de protetores com FPS 30 para pessoas de pele clara e FPS 15 para pessoas de pele mais escura. ‘‘Um protetor FPS 50 não irá proteger muito mais do que um de 30, mas a qúimica que concentra é tão intensa que pode propiciar problemas na pele’’.
‘‘Aos que possuem o quadro alérgico, recomendamos a suspensão do uso e a procura de um especialista para o diagnóstico’’, diz Luis Carlos Dutra , responsável por Assuntos Públicos da Johnson & Johnson. Ele afirma que o que causa alergia é o mau uso.
Dutra explica ainda que a empresa desenvolveu o Sundown Baby, voltado especialmente para crianças e pessoas com pele sensível. ‘‘São compostos por filtros físicos que formam uma película protetora não absorvível pela pele’’.

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