Um dos filhos do casal, o contador Gines Ponce, 44 anos, disse que a grande preocupação dos familiares das vítimas, depois da prisão dos acusados, é de que eles paguem pelo que fizeram e fiquem presos. ''Nós da família sofremos muitas ameaças de morte por telefone por parte desses assassinos e esperamos que eles sejam punidos para podermos ficar mais tranquilos. Nós queremos justiça'', desabafou.
O delegado pediu a prisão preventiva dos dois. Por enquanto os irmãos estão presos em uma cela separada dos outros detentos, no local chamado ''seguro''. ''O crime foi tão bárbaro que os próprios detentos estão revoltados e já juraram os dois de morte'', disse Helmut. Ele pedirá a transferência dos acusados para outro local. Caso permaneçam em Rolândia, terão que dividir cela com outros presos, porque, segundo o delegado, a cadeia têm capacidade para 35 detentos e está com 62. O menor deverá ser encaminhado ao Educandário São Francisco, em Curitiba.

mockup