Feirantes vão ter que separar o lixo
A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) pretende fazer uma fiscalização coordenada na feira livre da Avenida Saul Elkind (Zona Norte). Além de ter vários feirantes que atuam sem cadastro, o comércio de produtos ilegais é explícito. Em uma rápida passagem é possível observar a venda de CDs e DVDs piratas, óculos de sol e até cigarros trazidos do Paraguai. A pirataria e o comércio de produtos ilegais já foi, inclusive, tema de debate organizado pela FOLHA no final do ano passado.
Sobre a falta de alvará de alguns comerciantes, Fábio Reali, diretor de operações do órgão, disse que haverá fiscalização. Segundo ele, entre a feira livre e a feira do produtor há cem pessoas cadastradas. No entanto, visualmente o número de comerciantes no local parece ser bem maior.
Sobre o caso específico do lixo, Reali disse que irá cobrar também dos feirantes a separação dos resíduos para que eles sejam reaproveitados pelas ONGs que fazem a coleta específica. ''A separação irá diminuir o volume do lixo, além de gerar renda para quem precisa'', observa. Ele ainda acrescenta que, depois que o problema for resolvido na feira da Zona Norte, o trabalho de conscientização e fiscalização será estendido para as demais feiras livres realizadas na cidade.(F.M.)





