Feira do Morango
Conforme antecipamos, começou a funcionar, na Praça Marechal Floriano Peixoto (a praça da bandeira, no centro), a Feira do Morango, com produtos oferecidos pelos produtores locais. Nem precisa repetir a vantagem da venda direta do produtor ao consumidor. Mas sempre vale lembrar que com a retirada do atravessador do negócio, o preço, naturalmente, é melhor. Na verdade, até por causa da concorrência, os outros pontos de venda de morango, em toda a cidade, já mostram o efeito, com o preço baixando bastante. Há também a qualidade de um produto trazido por aquele que cuidou dele desde o começo.
A Feira não tem só morango a preço bom. Tem, também, suco, geléia, doce, bombom, tudo de morango, naturalmente. É a época do morango e o leitor já sabe: para fazer economia (e, nestes tempos bicudos, isto é fundamental) o ideal é precisamente consumir produtos da época.
Os produtores estarão trabalhando na Praça todos os dias úteis, das 9 às 18 horas, enquanto houver morango para vender.
Campanha - 1
A campanha eleitoral está, literalmente, nas ruas. Pelas avenidas, praças, no Calçadão, em toda parte a gente pode ver os ''cabos eleitorais'' carregando cartazes ou entregando os famosos ''santinhos''. É uma coisa bonita de ver, não se devendo descartar a importância do fato que esta situção cria um tipo de trabalho temporário importante para muita gente. Agora, talvez mais até do que em outras épocas, com recessão, com problemas econômicos, com desemprego crescente, com o mercado formal de trabalho cada vez mais difícil, esta é uma alternativa para garantir pelo menos alguma coisa para a mesa de muitos, ganha honesta e suadamente.
Claro, não é solução para os magnos problemas econômicos do país. Mas é preciso pensar que estamos em época eleitoral. Assim, nunca é demais esperar que os candidatos, que agora apenas servem para ajudar alguns a ganhar uns trocados, possam de fato produzir, caso eleitos, soluções para os problemas que o País enfrenta.
Campanha - 2
Junto com a panfletagem, com os cartazes, com tudo o que faz parte da campanha eleitoral, surgiram também os alto-falantes berrando nomes de candidatos pelas ruas, montados em caminhonetes ou carros que são vistos (e ouvidos) por toda parte. Este tipo de campanha eleitoral levou a tentar um teste para descobrir um eleitor que tenha se motivado a votar em alguém por ter ouvido o nome do candidato berrrado, a todo o volume, diante de sua casa, na rua ou nas cercanias do seu trabalho. Imagine o eleitor ouvindo um nome berrado e dizendo: ''Puxa vida, fulano de tal é candidato. Se não tivesse ouvido o nome dele, não saberia. Vou votar neste cara''. Se alguém fez isto, alguma vez na vida, por favor, conte para a Praça!





