Federação aprova fim de distorções
A coordenadora da Federação das Associações de Pais e Amigos de Excepcionais (Apaes) do Paraná, Marli Rosa Muller, que agrega cerca de 300 entidades filiadas no Estado, atendendo 25 mil portadores de deficiência mental, acredita que, em função de sua abrangência, provavelmente algum de seus associados deve entrar na lista das fiscalizações previstas pelo INSS.
''É bom que o INSS veja que os recursos que ele não recebe são revertidos em benefício dos usuários da entidade. E se houver alguma distorção, elas devem ser corrigidas'', diz Marli. A verba própria das Apaes, diz ela, é gasta principalmente para a compra de material escolar, pagamento de fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos e outros profissionais que não são pagos pelas secretarias de saúde.
A Apae Curitiba é uma das entidades do Estado que está sendo investigada pelo Ministério Público Federal. Há aproximadamente quatro anos, depois de denúncias de má gestão, a diretoria da entidade foi afastada e substituída por uma Junta Interventora.





