Considerado o grande evento anual da Sociedade Rural do Paraná (SRP), a Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina não deixa lucro à promotora, segundo o presidente Francisco Galli, presidente da entidade, que alega que a receita gerada é destinada para cobrir os gasto com pessoal, manutenção, reforma e ampliação do parque de 48,4 hectares.
De acordo com o presidente da SRP, as despesas são muitas, a começar pelos gastos dos preparativos da feira. Só na montagem do evento, ele estima investimentos superiores a R$ 3 milhões. Galli diz que não é possível mensurar o custo da SRP durante o ano, porque ‘‘sempre aparece alguma coisa para fazer’’. Reconhecendo que a exposição é a principal fonte de receita, com a venda dos espaços - o metro quadrado em locais nobres custou R$ 115,00 -, merchandising e participação na venda de leilões de gado, ele estima que a parte da entidade equivale a 4% do faturamento bruto do evento. Também entra dinheiro dos dois leilões semanais de gado de corte e do aluguel do recinto.
Galli disse o faturamento da feira deve chegar a R$ 115 milhões, 5,50% a mais que os R$ 109 milhões de 2001. A expectativa é de que um milhão de pessoas visite o parque, ante as 800 mil pessoas do ano passado. Ele não considera o preço do ingresso caro por causa das atrações que a feira oferece, incluindo os shows, que são muito caros - o cachê mais barato é de R$ 50 mil e o mais alto é de R$ 105 mil neste ano.

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