A Fundação de Ação Social (FAS) da Prefeitura de Curitiba busca R$ 1,3 milhão do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) para a criação da Central de Resgate Social. A central teria como função ampliar o atendimento às crianças, adolescentes, idosos e à população de rua da capital do Estado. O orçamento para viabilizar a criação do órgão é de R$ 1,5 milhão. Os outros 250 mil seriam investidos pela prefeitura.
Segundo a presidente da FAS, Marina Klamas Taniguchi, o projeto está em fase final de análise pelo banco. Ontem, ela apresentou a proposta para gestores da área social de cidades brasileiras que estavam reunidos no Seminário Redes Locais de Atenção à Criança e ao Adolescente. O evento aconteceu no Rio de Janeiro e foi promovido pelo BNDES.
Os investimentos da central estão direcionados para três áreas diferentes. Parte deles devem ser destinados à unificação dos serviços de atendimento emergencial em um único número de telefone. Atualmente, o SOS Idoso, o SOS Criança e a FAS/SOS (que presta atendimento à população de rua) têm números diferentes.

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