Farmácia volta a fazer protesto
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quarta-feira, 11 de julho de 2001
Gilmar Agassi De Maringá 
Os alunos do curso de Farmácia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) continuam com suas atividades paralisadas depois de 21 dias de greve. Os acadêmicos tomaram essa decisão pela falta de infra-estrutura do curso, que não possui laboratórios, livros e professores para lecionar emalgumas disciplinas. Ontem eles fizeram outra manifestação pedindo maior agilidade na busca de recursos por parte da reitoria.
Os acadêmicos prometem ir para Curitiba reivindicar seus direitos caso a reitoria não apresente nenhuma resposta concreta ainda esta semana. A acadêmica Aline Minetto, diz que no final do ano, o MEC (Ministério da Educação e Cultura) estará começando a avaliar o curso para fazer seu reconhecimento. Para ela, isso será quase impossível se a universidade não estruturar o curso.
Os alunos estão buscando parcerias com empresas, entidades e administração municipal, mas até o momento as respostas não foram muito positivas. O acadêmico Devis Junior Paludo disse que na última semana tiveram um rápido encontro com o prefeito Edgar Bueno, que prometeu estudar uma forma de ajudá-los. Segundo Paulo, para montar os laboratórios e adquirir os mais de 40 títulos que não existem na biblioteca seriam necessários cerca de R$ 110 mil.


