A assessora jurídica da Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Sônia Chalo, informou que a empresa paga o seguro obrigatório que dá cobertura para as vítimas de acidentes nos coletivos. Ela disse que foi procurada pelos familiares de Almerinda Ferreira Duarte, vítima de acidente ocorrido anteontem no ônibus da linha 501. ‘‘Pedi que fizessem o orçamento do tratamento ao qual ela terá que se submeter, para que possamos analisar.’’
Conforme a assessora, mesmo procedimento foi adotado em relação à diarista Olinda Maria de Araújo, 41 anos, que teve a perna direita amputada. Segundo ela, o seguro obrigatório garante o atendimento médico-hospitalar a todos os acidentados.
Sobre a indenização pleiteada pela família de Olinda, a assessora disse que o caso terá que ser analisado. ‘‘Todos os pedidos precisam ser avaliados’’, disse ela, garantindo que, caso fique comprovada a responsabilidade da empresa nos acidentes, as vítimas serão ressarcidas.
Sônia Chalo informou que também foram abertos procedimentos administrativos, nos dois casos, para averiguar responsabilidades. Segundo ela, nos casos de acidentes nos ônibus, vítimas ou familiares devem procurar a empresa para que sejam tomadas as providências cabíveis.
A Companhia Municipal de Urbanização (Comurb) também abriu procedimento administrativo para averiguar o acidente ocorrido com Olinda de Araújo. Segundo a diretora operacional, Lúcia Brandão, se for constatado que houve descumprimento de itens de segurança por parte da TCGL, a empresa será penalizada com multa ou retenção do veículo.

mockup